Dificuldade no diagnóstico e tratamento da osteoporose ainda é uma realidade no Brasil

Cerca de 10 milhões de brasileiros possuem osteoporose, segundo a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). Dados do Ministério da Saúde estimam que 50% das mulheres e 20% dos homens acima de 50 anos sofrerão alguma fratura em decorrência da osteoporose ao longo da vida.

Para a presidente do departamento de gerontologia da SBGG, Claudia Fló, as quedas trazem um risco extra à saúde física e psicológica desses pacientes. “Esses eventos podem deixar sequelas ou mesmo ser motivo para hospitalização. O medo causado pela osteoporose pode fazer com que a própria família passe a impedir o idoso de sair sozinho, além dos casos em que o próprio paciente, por medo de quedas, acaba se privando”.

Além dos danos físicos e psicológicos, a osteoporose pode levar a morte. A Abrasso aponta que 25% dos pacientes com fratura no fêmur morrem seis meses após o acidente em decorrência de infecções, tromboembolismo pulmonar e outros problemas.

Buscando melhorar a qualidade técnica e científica de profissionais que atuam com a osteoporose, a SBGG investiu na Extensão em Geriatria. Serão aulas com o objetivo de promover uma atualização no diagnóstico e tratamento para este e outros tipos de doenças.

Serão três dias com os maiores especialistas em osteoporose, demências, e cuidados paliativos, do Brasil. A Extensão faz parte do XXI Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, que acontecerá na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 6 e 8 de junho.

 

Fonte: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

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