COMBATE ÀS FAKE NEWS: Facebook anuncia medidas para combater informações falsas sobre vacinação

 

O Facebook anunciou novas medidas para combater informações falsas sobre vacinação, mas não informou quando começarão a ser aplicadas. As ações, segundo a empresa, devem reduzir a distribuição e fornecer informações confiáveis sobre o assunto.

O texto é assinado por Monika Bickert, vice-presidente global de Políticas de Conteúdo da empresa. Seguem algumas medidas anunciadas:

  • Reduzir o destaque dos grupos e páginas que espalham desinformação sobre vacinas no feed de notícias e na ferramenta de busca. Esses grupos e páginas não serão incluídos nas recomendações da rede social.
  • Anúncios com informações falsas sobre vacinas serão rejeitados. Serão removidas as opções de direcionamento de anúncios relacionadas, como “controvérsias sobre vacinas”. As contas de anúncios que continuarem violando essas políticas poderão sofrer penalizações mais graves – inclusive não poder mais anunciar no Facebook.
  • Não mostrar ou recomendar conteúdo com boatos sobre vacinas no Instagram Explore ou em páginas de hashtags.
  • Explorar formas de compartilhar informações educativas sobre vacinas quando as pessoas encontrarem desinformação sobre o tema.

De acordo com a rede social, organizações de saúde internacionais, como a Organização Mundial da Saúde e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), identificaram boatos sobre vacinação – motivo para a criação de medidas contra as informações falsas.

Queda nos números

No ano passado, a vacinação de crianças menores de um ano teve seu menor índice de cobertura em 16 anos no Brasil. Segundo dados do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, nos últimos dois anos a meta de ter 95% da população-alvo vacinada não foi alcançada.

Dentre as vacinas do calendário infantil, apenas a BCG teve índices satisfatórios em 2016 e 2017. A vacina Tetra Viral, que previne o sarampo, caxumba, rubéola e varicela, apresenta o menor índice de cobertura: 70,69% em 2017. Seguido da vacina de Rotavírus Humano que ficou 20% abaixo da meta.

 

Fonte: Ciência e Saúde 

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