Dia do Combate ao Câncer Infantil: Diagnóstico precoce é fundamental para cura

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O câncer infantil é, atualmente, a segunda causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos. Mas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica, o índice de cura pode chegar a 70% dos casos quando o diagnóstico é precoce.

 

Dados do Instituto Nacional do Câncer apontam 12 mil novos diagnósticos de câncer infantil no Brasil a cada ano, com pico de incidência na faixa de 4 a 5 anos e um segundo pico entre 16 e 18 anos. Os tipos mais comuns são leucemia, tumores no sistema nervoso central e linfomas (câncer dos gânglios linfáticos), geralmente com origem em células que se desenvolveram em estágios iniciais da gestação.

 

O câncer infantil é visto por especialistas como uma espécie de câncer familiar e não de um único indivíduo apenas. Por isso, o profissional de saúde que atende uma criança com câncer deve estender o tratamento a toda a família do paciente.

 

Alerta para os sinais:

 

Os principais sinais de investigação em relação ao câncer infantil são:

– vômitos associados a dores de cabeça (sem náusea);
– desequilíbrio ao andar;
– dificuldade na visão;
– dores ósseas ou nas articulações;
– movimentos limitados;
– palidez insistente;
– febre persistente;
– emagrecimento;
– fraqueza;
– irritabilidade;
– sudorese excessiva;
– manchas roxas no corpo ou em pálpebras;
– sangramento em geral;
– diarreias crônicas;
– dores frequentes nos dentes, não associadas a cáries;
– dores abdominais prolongadas;
– ínguas, gânglios ou nódulos indolores, com rápido crescimento, principalmente no pescoço, axila ou virilhas;
– nódulos ou pintas na pele, que crescem ou mudam de cor;
– secreção crônica drenada pelo ouvido;
– desenvolvimento precoce de caracteres sexuais;
– na região dos olhos, pupila branca ou totalmente dilatada, protrusão do globo ocular.

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