Como o neurologista pode ajudar no tratamento da enxaqueca?

30/06/2021

A enxaqueca é uma doença neurológica genética e crônica capaz de provocar sintomas como dor de cabeça intensa e pulsante, náuseas, vômitos, tonturas, sensibilidade à luz e dor na nuca. Esta patologia causa muito desconforto nos pacientes e atinge principalmente as mulheres, podendo ser tratada com ajuda de um neurologista.

Frequentemente os quadros de enxaqueca duram entre 4 e 72 horas e são na maioria das vezes incapacitantes, fazendo com que os pacientes tenham dificuldade de se concentrar e executar atividades rotineiras.

Uma vez que a principal queixa de pessoas com enxaqueca é a forte dor na região da cabeça, o médico neurologista tem um papel fundamental no diagnóstico da doença, descartando patologias mais graves através da solicitação de exames e prescrevendo o tratamento adequado de acordo com o tipo de cefaleia do paciente.

Atualmente, sabe-se que a enxaqueca atinge mais de 30 milhões de brasileiros ao ano e é a 3ª queixa mais frequente nas unidades de saúde. Para auxiliar no diagnóstico, o neurologista conta com uma série de exames que, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cefaleia, podem ou não ser utilizados para excluir outras causas e identificar as crises de enxaqueca, como:

  • ressonância magnética;
  • tomografia computadorizada do crânio;
  • exame de sangue e urina;
  • raio-X de seios da face;
  • exame oftalmológico;
  • eletroencefalograma;
  • punção lombar.

Tratamento pode aliviar as dores

Por se tratar de uma doença incapacitante, o tratamento para combater a enxaqueca torna-se essencial na vida das pessoas que desenvolvem este distúrbio. Desta forma, é importante que o médico esteja atento para instruir o paciente não somente em relação ao tratamento preventivo, mas também a mudança de hábitos que podem contribuir para o aumento das crises.

O neurologista é responsável por orientar as possibilidades ao paciente, assim como o uso dos medicamentos e quando seu uso deve ser evitado. No entanto, para pacientes com histórico de crises frequentes, outros tipos de terapia devem ser considerados como técnicas de relaxamento, alteração do estilo de vida e cuidados com a alimentação. Assim, é possível diminuir a frequência das dores e proporcionar uma melhor qualidade de vida ao paciente.

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