Justiça proíbe o uso de hormônios para fins estéticos

Publicado em 19/10/2018

De acordo com um levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde, 1 em cada 4 brasileiros está obeso. A pesquisa revelou ainda que mais da metade da população está com excesso de peso. A boa notícia é que o mesmo estudo mostrou que o consumo de frutas e verduras aumentou 4,8% entre os brasileiros e a prática de atividade física também, cresceu 24,01%.

O problema é que muitas pessoas ao invés de mudar os hábitos, ainda preferem buscar formas mais rápidas de perder peso. O uso de remédios e hormônios desponta nesse ranking. Só que nesta semana, em que foi lembrado o Dia Mundial da Obesidade, a justiça anunciou que está proibido o uso de hormônio para emagrecer para fins estéticos.

Segundo especialistas, a decisão está baseada no fato de que não existem estudos sérios que comprovem que a utilização desses hormônios por quem não precisa de reposição vai trazer benefício. Na verdade, segundo especialistas, o uso dessas substâncias pode provocar efeitos negativos que podem ser irreversíveis.

 

Caso da testosterona, por exemplo. O hormônio normalmente é utilizado por quem quer ganhar peso, massa magra e músculos. Mas o uso frequente em algumas pessoas pode resultar em lesão hepática e até em morte. Nos homens podem ser observados o aumento da mama, de acne e atrofia testicular, que pode levar à infertilidade. Nas mulheres, o aumento de pelos, do clitóris e o engrossamento da voz, por exemplo.

Por isso a máxima de que não existe milagre segue valendo. Especialistas lembram que não existe mágica, o caminho para alcançar o emagrecimento e uma vida mais saudável passa necessariamente por uma de hábitos e por uma reeducação alimentar. Os médicos lembram ainda que o acompanhamento de um especialista é fundamental para que a saúde não esteja em risco.

 

 

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