Endoscopia é essencial para diagnóstico precoce de câncer

Publicado em 24/08/2018

Os três cânceres que mais atingem o aparelho digestivo, segundo a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva são o colorretal, de estômago e de esôfago.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, só no ano passado, quase 35 mil novos casos de câncer colorretal foram diagnosticados no Brasil. Cerca de 20 mil pessoas descobriram o câncer de estômago e 10 mil, o de esôfago.

E um exame essencial para a descoberta precoce de todos eles, é o exame de endoscopia. Por isso separamos alguns sintomas relacionados a cada um deles e os possíveis meios de diagnósticos.

Câncer colorretal: Abrange tumores que agridem o cólon e o reto, segmentos do intestino grosso, o câncer colorretal apresenta sintomas como sangramento anal, eliminação de sangue ou muco nas fezes e alteração do hábito intestinal.

Para que a doença possa ser diagnosticada é preciso realizar uma colonoscopia, exame que permite a visualização direta do interior do reto, cólon e parte do íleo terminal através de um tubo flexível introduzido pelo ânus, contendo em sua extremidade uma minicâmera de TV que transmite imagens coloridas, podendo ser fotografadas ou gravadas em vídeo.

Câncer de estômago: Conhecido também como câncer gástrico, apresenta três tipos: adenocarcinoma, linfoma e leiomiossarcoma. Os sinais não são específicos, mas alguns sintomas relativamente comuns podem ser indícios da doença, como dor abdominal, fezes escuras, sensação de estômago cheio, dificuldade para engolir alimentos, declínio geral na saúde, perda de apetite, náusea e vômito, vômito de sangue, fraqueza ou cansaço e perda de peso involuntária.

Para descobrir a doença, o método mais eficiente é a endoscopia digestiva alta, pois com o procedimento é possível fazer uma avaliação visual da lesão, com realização de biópsias e a avaliação citológica. Apesar de existir exames que detectam o câncer de estômago, grande parte dos casos somente são diagnosticados em estado avançado, quando a possibilidade de cura é bem menor.

Câncer de esôfago: Na maioria dos casos, se trata de um câncer silencioso que ocupa o 6º lugar no ranking das doenças mais frequentes em homens e a 15ª posição quando se trata de mulheres, de acordo com dados do Inca.

Responsável por 96% dos casos, o tipo mais comum é o carcinoma epidermoide escamoso, localizado na região superior do esôfago, trecho do sistema digestivo que conduz o alimento da boca ao estômago.

Na fase inicial não possui sintomas, entre os possíveis sinais, que consistem em indícios da doença já avançada, estão dor ao engolir, emagrecimento, tosse, pneumonia por refluxo e rouquidão.

Para diagnosticar o problema é realizada uma endoscopia digestiva, exame de imagem que investiga o interior do tubo digestivo, realizando biópsias que confirmam diagnóstico.

 

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